Dividir sentimentos com os outros ajuda a conter ansiedade, diz médico
Adalberto Barreto, criador da terapia comunitária.
Psiquiatra explicou como reagimos quando vemos ou vivemos uma tragédia.
O medo que nos ameaça e se transforma em ansiedade, principalmente quando vemos ou vivemos uma catástrofe natural como a que atingiu o Japão nesta sexta-feira (11), com um terremoto de 8,9 graus na escala Richter e um tsunami com ondas de dez metros de altura, foi o tema do Bem Estar.
O abalo deixou milhares de mortos e desaparecidos e já é considerado o maior do Japão e o sétimo maior da história, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
No estúdio, o psiquiatra Adalberto Barreto, criador da terapia comunitária no Brasil - que existe há 25 anos e é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2007 -, explicou o que acontece com a mente e o corpo humano quando vemos essas imagens de destruição. Ele também ensinou como aliviar as dores físicas e da alma e disse que situações como essas, que são uma resposta da natureza ao homem, nos ajudam a avaliar o tipo de vida que estamos levando e quem nós temos, não o que temos

O abalo deixou milhares de mortos e desaparecidos e já é considerado o maior do Japão e o sétimo maior da história, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
No estúdio, o psiquiatra Adalberto Barreto, criador da terapia comunitária no Brasil - que existe há 25 anos e é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2007 -, explicou o que acontece com a mente e o corpo humano quando vemos essas imagens de destruição. Ele também ensinou como aliviar as dores físicas e da alma e disse que situações como essas, que são uma resposta da natureza ao homem, nos ajudam a avaliar o tipo de vida que estamos levando e quem nós temos, não o que temos

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